"Diga a Simone que eu não vou aprovar a garota que ela me mandou para as fotos. Eu pedi uma garota atlética e sorridente, ela me enviou uma garota cansada, suja e gorda. Confirme a minha presença na festa do Michael Kors. Eu quero que o motorista me deixe em casa as 21:30 e me pegue pontualmente as 21:45. Depois ligue para Natalie do Restaurante Gloria e diga a ela NÃO pela 40a vez. Eu não quero dacquoise, eu quero tortas. Depois ligue para o meu ex-marido para lembrá-lo que a reunião dos pais é hoje a noite no Dalton. Depois ligue para meu marido e peça para me encontrar para jantar no restaurante que encontramos o Masima. Diga a Richard que eu vi as fotos que ele fez, e falta originalidade nelas. Eu quero ver também o rascunho que Nigel escolheu para a segunda tentativa de capa. Eu estou indo muito rápido? Eu penso que não. Todo mundo quer essa vida. Todo mundo quer ser igual a nós." Em O Diabo Veste Prada, Miranda Priestly, a personagem de Meryl Streep, transforma a vida das suas assistentes em um verdadeiro inferno. Inferno? É engraçado que uma vida agitada, cheia de compromissos, desafios, prazos, pressão e stress seja associada ao Inferno, enquanto uma vida calma, tranquila, lenta, complacente e cheia de ócio criativo seja associada ao Paraíso. Ócio Criativo? Argh!!! Uma teoria como essa só poderia ter nascido na Europa dos tataranetos preguiçosos do Da Vinci, Copérnico, Descartes, Rousseau e Cicero. Ora, se Deus criou o universo em apenas seis dias, eu penso que ele seja um cara agitado, engajado e dramaticamente chegado ao trabalho, senso de urgência e resultados. Se existe um Paraíso, eu imagino que todos os seus funcionários estejam nesse momento cheios de trabalho, prazos e metas (se depender da Terra e seus personagens pitorescos, o céu tá danado - gíria infernal -, tem trabalho para toda a eternidade). Miranda trabalha a mil por hora, demite ao primeiro sinal de incompetência, não admite mal gosto, não admite idéias repetidas, não admite desculpas. "Eu não entendo qual é a dificuldade que existe em confirmar uma reunião" metralha Miranda para cima de suas funcionárias plebéias. "Existe alguma razão porque o meu café não está pronto? Ela morreu ou o quê?". A parte mais bonita do filme, uma verdadeira aula para os profissionais de negócios, acontece na tal da festa do tal Michael Kors. Mas antes de seguirmos em frente, para a sua aula de pós-graduação, vamos dar uma passadinha na pré-escola. Deixa eu te apresentar Andy Sachs, a estagiária caloura iniciante e relapsa que acaba de se tornar assistente de Miranda. A natural arrogância da jovem sabe-tudo, explode em um riso de desdém, quando Miranda veta o uso de uma blusa azul para uma sessão de fotos da próxima edição da sua revista. "Oh... ok, eu entendo. Você pensa que essa blusa azul não tem nada a ver com você? Você é do tipo que abre o guarda-roupas pela manhã e escolhe qualquer coisa, porque você quer dizer ao mundo que está tão preocupada com ele que não tem tempo para se preocupar com as roupas que você veste. Mas o que você não sabe, é que o azul dessa blusa não é apenas um azul, também não é um azul turqueza, nem um azul celeste, esse azul é um azul ardósia. Em 2002, Oscar De La Renta criou toda sua coleção com esse azul. Depois Yves St Laurent o seguiu. Depois disso, o azul ardósia rapidamente apareceu na coleção de oito diferentes designers. Daí, alguns anos depois, apareceu em alguma loja de departamento onde você compra as suas roupas quando estão em liquidação. Entretanto, esse azul representa milhões de dólares e incontáveis empregos. A roupa que você está usando hoje, que você pensa que escolheu sozinha, foi escolhida pelas pessoas dessa sala. Depois de muita discussão e estudo." Aprendeu a lição? Vamos então a pós-graduação. Muito se fala em fazer networking, muito se comenta sobre a necessidade de almoçar com clientes, comparecer a eventos da indústria, prestigiar lançamentos de produtos, participar de fóruns de discussão na web blá blá blá. Até avatar na Second Life já virou commodity. Nós adoramos uma festa, certo? Boca livre, mulher bonita, canetinha no final, estacionamento gratuito. Happy hour é o nome do jogo! Vamos juntar o nosso pacotinho de cartões de visita, e lets go! Volta, volta, volta. Quando Miranda entra no museu com as duas assistentes a tira-colo, a festa de Michael Kors está bombando. Políticos, artistas de cinema, grandes estilistas, todo o mundo fashion da moda e entretenimento está lá. É uma festa de arromba, lindas mulheres desfilando em seus vestidos longos junto a finos homens de preto. É uma grande oportunidade para Miranda fazer o seu networking. Ela vai para o ataque, direto ao encontro das pessoas certas com quem ela quer ver e ser vista. Ela encontra a primeira vítima. O que acontece? Enquanto Miranda se dirige para cumprimentar a celebridade, uma das suas assistentes sussura em seu ouvido, duas ou três informações importantes que serão imediatamente utilizadas por Miranda para personalizar a sua abordagem. "Como está a cidade de Washington, Senador? Parabéns pela sua posição contrária a emenda XWY. Nós temos que conversar mais sobre a sua proposta ABC para o mundo da moda.". Um empresário se aproxima com sorrisos e braços abertos, dono de poços de petróleo no Texas, casado pela segunda vez, ele abraça Miranda inesperadamente, que preparada pela assistente, consegue mostrar-se íntima dos negócios do empresário. Você aprendeu a lição? Uma vez que você sabe quem você pode encontrar por aí, ou quem você pode encontrar na próxima festa que irá participar, ou na próxima ligação que irá fazer, esteja preparado, duplamente preparado (uma vez que você não têm assistentes a tira-colo para te ajudar), ou melhor, você tem um assistente, se chama: Google. Google o seu cliente! Encontre duas ou três informações relevantes a seu respeito, transforme essas informações em duas ou três perguntas interessantes, ESCREVA as perguntas no papel, leve com você onde for! Digamos que você encontre o Abilio Diniz do grupo Pão de Açúcar. Se você o googleniou, ao invés de dizer "Como vão os negócios? ou Como vão as vendas?", você tem informações o suficiente para dizer "Como estão as vendas da loja da Brigadeiro Luis Antônido desde a última reforma? Ou Você está satisfeito com o crescimento de 15% no número de inscritos na última maratona de revezamento do Pão de Açucar?". Esteja preparado! Você não precisa usar Prada para infernizar a sua própria vida, mas você precisa valorizar todos os detalhes que a fazem maravilhosa. NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA! QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você? Ricardo Jordão Magalhães Eu quero fazer da sua vida um inferno. E-Mail e Messenger: ricardom@bizrevolution.com.br BIZREVOLUTION Se você gosta dos textos do QUEBRA TUDO, Clique aqui para indicá-lo para TODOS os seus amigos. Se você não gosta, indique aos inimigos. Bem ou Mal, fale de mim. Eu nasci para tirar você da zona do conforto! EU SOU FÃ DO SER HUMANO!
20 julho 2007
04 junho 2007
Como Fazer Uma Empresa Dar Certo em um País Incerto

Conselhos E Lições de 51 Dos Empreendores Mais Bem-sucedidos do Brasil
Abilio Diniz, Emílio Odebrecht, Fabio Barbosa, Jorge Gerdau, Marcel Telles, e outros relatam como foram suas experiências empresariais trazendo enormes vantagens para os empreendedores brasileiros que são analisar, adaptar e reproduzir soluções bem-sucedidas; e aprender com erros alheios e evitar sua repetição. Num projeto ousado, o Instituto Empreender Endeavor coloca no papel tudo que aprendeu em seus 5 anos, em que orientou mais de 3.000 empreendedores brasileiros. Este não é mais um livro sobre empreendedorismo e sim um livro diferente que possui conselhos e lições de 51 dos mais bem sucedidos empreendedores do Brasil. O livro trata de assuntos como gestão, gente, sociedade, mercado e aspectos legais, exemplificados com casos reais de forma muito prática. O leitor encontra experiências relatadas por personalidades do meio empresarial como a reviravolta numa grande empresa como a Brahma (hoje INBEV) até a fundação de um potência como a Natura. O Instituto Empreender Endeavor foi criado a partir de uma parceria com a Endeavor Initiative Inc., uma organização internacional sem fins lucrativos que promove o empreendedorismo em países em desenvolvimento. Atualmente, a Endeavor opera por meio de parcerias na Argentina, Chile, Uruguai, México e Brasil. A Endeavor iniciou suas atividades no Brasil em junho de 2000, com o desafio de não só adaptar os programas que vêm sendo implantados com sucesso em outros países à realidade do empreendedor brasileiro, mas também, de articular parcerias locais para implantar novos programas que orientem os empreendedores, ampliando assim o horizonte do empreendedorismo no país. TÓPICOS - Colocando o barco na água - Dinheiro não se ganha, dinheiro se faz - Quem não mede, não gere, morre - Gente é o maior ativo - Quem não comunica, se trumbica - Dores do crescimento - Armadilhas legais - Erros, fim e falência
25 maio 2007
Como Redigir um Plano de Negócios
Crie A Sua Estratégia. Planeje Suas Finanças. Desenvolva um Plano Convincente.

Para obter financiamento para um novo empreendimento, para vender uma empresa ou desenvolver um projeto para você administrar o futuro, é necessário um plano de negócios. Sem esse plano, nenhum banco, instituição financeira de capital de risco ou a própria matriz de sua empresa irá financiar seu projeto, seja ele para uma nova empresa ou para a expansão de uma já existente. Este é um livro prático, objetivo e completo nas orientações de que você precisa para desenvolver um plano eficaz. Com ele, você vai conhecer todo o procedimento passo a passo, abrangendo várias questões importantes, como a estrutura do plano, os antecedentes do negócio, as técnicas e conhecimentos sobre administração, a proposta, a estimativa de vendas, as informações financeiras, os riscos, questões legais e confidencialidade e muito mais. Este guia bastante útil tem fundamental importância para você acertar desde o início, evitando o risco de ver seu projeto naufragar.
17 maio 2007
Mudanças no Blog Eu, Patrão!
Caros Amigos,
Novamente promovo mudanças no site Eu, Patrão!, a partir de agora este se dividira em dois, ficando com o Blog Eu, Patrão! as publicações relacionadas a dicas de LIVROS e FILMES que se relacionem com o universo do empreendedorismo e com a Comunidade Eu, Patrão! os artigos com temas mais voltados a tecnicas de gestão e conhecimentos empreendedores.
Sobre a Comunidade Eu, Patrão!, é uma nova ferramenta da Web 2.0 que permite que haja muito mais interatividade, pois ao se cadastrar na comunidade (é só criar um logim e uma senha) você poderá também publicar seus artigos, criar e debater em foruns, publicar videos e comenta-los. Dessa forma todos os integrantes da comunidade colaboram com a insersão de conteudo, contribuindo com a troca de conhecimento e aumentando o conteudo da comunidade.
Convido a todos a conhecerem a Comunidade Eu, Patrão! e a participar dessa corrente de distribuição de conhecimento, e vamos juntos colaborar para que mais pessoas possam iniciar seus negócios e terem sucesso, para que mais duvidas sejam respondidas e para que a taxa de mortalidade das empresas brasileiras seja reduzidas. Vamos compartilhar conhecimento para termos um Brasil melhor.
SUCESSO A TODOS.
Novamente promovo mudanças no site Eu, Patrão!, a partir de agora este se dividira em dois, ficando com o Blog Eu, Patrão! as publicações relacionadas a dicas de LIVROS e FILMES que se relacionem com o universo do empreendedorismo e com a Comunidade Eu, Patrão! os artigos com temas mais voltados a tecnicas de gestão e conhecimentos empreendedores.
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SUCESSO A TODOS.
26 abril 2007
12 coisas que você pode fazer agora mesmo (Parte 1) por Raúl Candeloro
1. Transmita confiança na sua empresa: Toda empresa, independentemente do ramo de atuação, deve investir na sua marca e imagem no mercado. Empresas sólidas e conhecidas acabam ganhando muitos negócios de clientes indecisos, que preferem gastar um pouco mais em troca da tranqüilidade de um nome famoso. Mais importante ainda é conquistar a confiança total dos seus clientes atuais, para que eles continuem comprando e recomendando você. Como diria o consultor Stephen Schiffman, não estamos no negócio de atrair otários. Enganar prospects e clientes é a melhor maneira de afundar sua empresa.
2. Depressão pós-parto: Existe um conhecido fenômeno psicológico que poderíamos chamar de arrependimento pós-compra. É quando, após assinar o cheque ou dar o dinheiro, o comprador começa a questionar se realmente tomou a decisão correta. Esse momento de insegurança pode ser utilizado para benefício do vendedor, reforçando sua relação com o cliente. Basta tomar algumas ações bastante simples: ligar, parabenizando pela compra; mandar cartas, cartões ou mesmo um buquê de flores, dependendo da situação. Não abandone seu cliente após a compra. Aproveite a situação e prepare o terreno para vendas futuras.
3. Encontre mais utilidades para o seu produto ou serviço: Ao realizar pesquisas entre seus clientes, milhares de empresas no mundo todo acabaram descobrindo que eles usavam seus produtos ou serviços para finalidades completamente diferentes daquelas planejadas inicialmente. Como você provavelmente não tem uma bola de cristal (e parece que não se fabricam mais...), fica difícil imaginar todos os usos possíveis para o que você vende. Mas, acredite, existem muitos. Por isso, pergunte, pergunte, pergunte. Você pode acabar descobrindo novas utilizações, posicionamentos mercadológicos e nichos lucrativos totalmente inexplorados para seus produtos e serviços.
4. Torne-se um consultor (porque você é mesmo): De duas uma: ou você é um expert na sua área ou deveria estar trabalhando em outro ramo. Imaginando que você tenha escolhido a primeira opção, seria uma pena (para não dizer vergonha) que existissem por aí pessoas ou empresas que poderiam se beneficiar dos seus conhecimentos, mas que não o estão fazendo. Além do prejuízo óbvio, é um pecado contra a sociedade. Seus clientes devem confiar tanto em você que vão procurá-lo sempre que tiverem dúvidas sobre um projeto. A única maneira de alcançar esta posição é não tentar vender alguma coisa sempre que visitar um cliente, mas sim ouvir atentamente e tentar resolver suas dúvidas e problemas (mesmo que isso envolva indicar outras soluções que não a sua).
5. Mostre entusiasmo: “Oh, céus... Oh, vida...”. Sempre que vejo alguém reclamando da situação me lembro do Hardy, um personagem dos desenhos animados que vivia reclamando de tudo. É claro que sempre chovia nele e todas as bigornas acabavam caindo na sua cabeça, criando um círculo vicioso difícil de sair. É como aquela história dos dois vendedores que foram mandados para a África vender sapatos. Um deles voltou deprimido - ninguém lá usava sapatos, logo, ninguém iria comprar. O outro vendedor voltou todo entusiasmado - ninguém lá usava sapatos, logo, iriam todos comprar! Ninguém gosta de conviver com pessoas e empresas negativas, que passam pela vida se arrastando, lamuriando seu triste destino. Colhemos o que plantamos, e quem tem razões para se lamentar geralmente tem absolutamente toda a culpa pela situação.
6. Faça as coisas acontecerem: O seu cliente precisa preencher um formulário? Elimine os dados desnecessários e facilite a sua vida. Se possível, preencha os documentos para o cliente. Consiga as linhas de financiamento. Entregue em casa. Vá buscar. As pessoas estão cada vez mais ocupadas, e vão reagir de maneira altamente positiva sempre que você tornar a sua vida mais fácil.
Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais®, Motivação® e Liderança®, além de autor dos livros Venda Mais, Correndo Pro Abraço e Criatividade em Vendas. Formado em Administração de Empresas e mestre e empreendedorismo pelo Babson College, é responsável pelo portal www.vendamais.com.br. E-mail: raul@vendamais.com.br
Pense...
A oportunidade é perdida pela maioria das pessoas, porque ela vem vestida de macacão e se parece com o trabalho.
(Thomas Edson)
12 abril 2007
A oportunidade da sua vida
Hoje li o artigo “A oportunidade da sua vida” postado no DoceBlog do Roberto Machado onde ela fala sobre o conformismo que abate a maioria dos brasileiros e ele cita, e eu concordo, que a maioria acha que oportunidade é ganhar na mega-sena ou ter um parente rico te deixando uma herança, além do fato das pessoas sempre pensarem que quem está se dando bem na vida é por que está fazendo alguma falcatrua e dessas mesmas pessoas viverem fazendo crediários e contas e sempre dão aquela desculpa padrão de que pobre para ter algo tem que ter um crediário.
Bom leiam o artigo dele, vale a pena para refletirmos sobre nós mesmo. E o meu ponto de vista sobre isso, o Brasileiro é em geral um povo vagabundo. Quando disse isso a primeira vez, estava na faculdade no meio da aula de economia, criou-se uma indignação generalizada. Mas antes de me xingarem deixem eu me explicar. Desde pequenos ouvimos de nossos pais que temos que ter um emprego em uma estatal por que é estável, e veja o quanto as empresas de treinamento para concursos faturam, e hoje em torno de 85% dos alunos de administração fazem o curso pensando em se tornar funcionário publico. E quantos funcionários públicos você conhece que é apaixonado pelo que faz, que vai para o serviço sorrindo?
E outra coisa, a maioria quer ter um emprego mas não quer ter serviço, sempre que um chefe pede para fazer algo que é trabalhoso ou que precisará ficar alem do expediente ou ir na empresa no fim de semana, a maioria reclama, acha que esta sendo explorada, é comum vermos as pessoas fazendo o mínimo necessário.
E uma curiosidade, neste fim de semana recebi em casa um casal de amigos e conversando com o cara, que é angolano, chegamos a conclusão que lá na angola é igual ao Brasil, o povo não quer trabalhar de verdade, ter que suar no dia-a-dia, só quer é ter um dinheirinho e poder fazer um crediário. Pensando sobre o assunto a conclusão foi que isso veio da nossa herança portuguesa, nos livros de historia vemos que Portugal só mandava para as colônias as coisas ruins, o lixo, e ainda teve todo o processo de escravidão, onde quem não era submisso morria, e isso fez com que houve uma filtragem nas pessoas e infelizmente ficando somente os mais acomodados. E para mim, ser funcionário publico é como ser um escravo que todo dia vai fazer seu servisinho mais ou menos, somente o necessário para o sinhozinho não lhe dar umas chibatadas, mas sem preocupação excessiva por que escravo não é mandado embora, só sai da senzala morto.
Eu nem sempre estou motivado para ir para o meu emprego, até por que ainda não faço o que eu quero, mas para mim não existe desculpa para eu não dar o meu melhor, para mim ou faço as coisas bem feito ou nem faço. E se eu me proponho a fazer algo eu faço mesmo que eu tenha que dormir na empresa, e não fico reclamando que a empresa não paga hora extra, mas também se acho que não tenho que fazer algo não faço, independente do que possa acontecer. Por que estou dizendo isso, o empreendedor não tem medo de assumir risco e não tem medo de trabalhar. Não tem medo de sair da senzala.
Empreender não é ter uma empresa, e sim não se acomodar e sempre buscar ser melhor, não ter medo de assumir risco, e saber que para crescer é preciso trabalhar e trabalhar duro. E já esta na hora de mudarmos o Brasil, para com essa cultura conformista e com o preconceito de que quem tem algo é porque teve sorte, se um micro empresário trocou de carro ou mudou de casa é por que ele é competente e trabalhador, se aquele seu colega foi promovido antes de você é por que ele é esforçado, parem de reclamar e comecem a correr. E vamos juntos correr para que possamos ter um Brasil melhor para todos.
Bom leiam o artigo dele, vale a pena para refletirmos sobre nós mesmo. E o meu ponto de vista sobre isso, o Brasileiro é em geral um povo vagabundo. Quando disse isso a primeira vez, estava na faculdade no meio da aula de economia, criou-se uma indignação generalizada. Mas antes de me xingarem deixem eu me explicar. Desde pequenos ouvimos de nossos pais que temos que ter um emprego em uma estatal por que é estável, e veja o quanto as empresas de treinamento para concursos faturam, e hoje em torno de 85% dos alunos de administração fazem o curso pensando em se tornar funcionário publico. E quantos funcionários públicos você conhece que é apaixonado pelo que faz, que vai para o serviço sorrindo?
E outra coisa, a maioria quer ter um emprego mas não quer ter serviço, sempre que um chefe pede para fazer algo que é trabalhoso ou que precisará ficar alem do expediente ou ir na empresa no fim de semana, a maioria reclama, acha que esta sendo explorada, é comum vermos as pessoas fazendo o mínimo necessário.
E uma curiosidade, neste fim de semana recebi em casa um casal de amigos e conversando com o cara, que é angolano, chegamos a conclusão que lá na angola é igual ao Brasil, o povo não quer trabalhar de verdade, ter que suar no dia-a-dia, só quer é ter um dinheirinho e poder fazer um crediário. Pensando sobre o assunto a conclusão foi que isso veio da nossa herança portuguesa, nos livros de historia vemos que Portugal só mandava para as colônias as coisas ruins, o lixo, e ainda teve todo o processo de escravidão, onde quem não era submisso morria, e isso fez com que houve uma filtragem nas pessoas e infelizmente ficando somente os mais acomodados. E para mim, ser funcionário publico é como ser um escravo que todo dia vai fazer seu servisinho mais ou menos, somente o necessário para o sinhozinho não lhe dar umas chibatadas, mas sem preocupação excessiva por que escravo não é mandado embora, só sai da senzala morto.
Eu nem sempre estou motivado para ir para o meu emprego, até por que ainda não faço o que eu quero, mas para mim não existe desculpa para eu não dar o meu melhor, para mim ou faço as coisas bem feito ou nem faço. E se eu me proponho a fazer algo eu faço mesmo que eu tenha que dormir na empresa, e não fico reclamando que a empresa não paga hora extra, mas também se acho que não tenho que fazer algo não faço, independente do que possa acontecer. Por que estou dizendo isso, o empreendedor não tem medo de assumir risco e não tem medo de trabalhar. Não tem medo de sair da senzala.
Empreender não é ter uma empresa, e sim não se acomodar e sempre buscar ser melhor, não ter medo de assumir risco, e saber que para crescer é preciso trabalhar e trabalhar duro. E já esta na hora de mudarmos o Brasil, para com essa cultura conformista e com o preconceito de que quem tem algo é porque teve sorte, se um micro empresário trocou de carro ou mudou de casa é por que ele é competente e trabalhador, se aquele seu colega foi promovido antes de você é por que ele é esforçado, parem de reclamar e comecem a correr. E vamos juntos correr para que possamos ter um Brasil melhor para todos.
02 abril 2007
AS UNIVERSIDADES E O ENSINO DO EMPREENDEDORISMO PARTE I
Por: Armando Pastore Mendes Ribeiro
AS UNIVERSIDADES E O ENSINO DO EMPREENDEDORISMO.PARTE I
“Como está o ensino do Empreendedorismo nos cursos de graduação e pós - graduação nas Universidades Brasileiras?”.A pergunta surgiu depois que participei de um debate numa comunidade virtual, onde fui duramente criticado pela minha postura cética e questionadora sobre a qualidade e a quantidade do ensino do empreendedorismo nos cursos de nível superior. Assim, no final do ano passado (outubro/novembro), resolvi pesquisar junto às 140 (cento e quarenta) maiores Universidades, que representam segundo os dados do MEC aproximadamente 78% da população universitária brasileira, quais as que estavam ensinando empreendedorismo e desde quando. Iniciei então pelo aspecto da quantidade. Foram pesquisadas universidades públicas e privadas e em todos os estados do Brasil.A forma da pesquisa consistiu em acessar os portais e/ou sites de cada universidade enviando mensagem, com rápida identificação da consultoria e explicitação dos objetivos da pesquisa, formulando apenas as duas perguntas abaixo:a) Essa Universidade tem algum curso de Empreendedorismo na sua grade curricular? Especifique se for o caso, e,b) Se positivo, desde quando essa matéria/curso vem sendo ministrada aos alunos?A forma de contato foi através das páginas ou ícones: FALE CONOSCO, CONTATO, FALE COM O REITOR, OUVIDORIA ou qualquer outro tipo de comunicação virtual indicada no site/portal da Universidade.Um objetivo secundário foi o de verificar como está a qualidade do atendimento virtual dessas Universidades. Das 140 pesquisadas, 22 responderam isso significa 15,71% do total. Destas, 14 (quatorze) são Privadas e 8 (oito) Públicas. 2 (duas) Universidades responderam que não tem cursos ou matérias relacionadas com empreendedorismo.As que responderam as duas perguntas corretamente verifica-se que o ensino do empreendedorismo ministrado há mais tempo é desde 1995 na Universidade Católica de Goiás. A maioria revelou que iniciou a partir de 2001, sendo que 70% após 2003 e 10% oferecerá a disciplina neste ano. Segundo as repostas somente 20 (vinte) universidades tem alguma disciplina ou curso de empreendedorismo - 14,82 % do total. A questão básica é responder quais as razões desses percentuais? Uma indicação clara é de que embora muito se comente sobre o ensino do empreendedorismo a maioria das universidades não tem cursos ou não contempla essa matéria de forma específica. Uma outra consideração, corroborada pelo amigo Divino Leitão, é a de que as universidades não dão a atenção devida aos e-mails recebidos pelos FALE CONOSCO, CONTATO, FALE COM O REITOR, CONTATO DIRETO etc. Colocam para responder pessoas despreparadas para formular respostas virtuais ou pouco comprometidas. Pode ser um indicativo que aquela forma de contato com a Universidade está ali só para constar. Fato interessante foi de uma universidade que respondeu, educadamente, que devido aos inúmeros e-mails recebidos dos alunos, aquela forma de comunicação não era adequada para aquele tipo de pesquisa e que eu deveria procurar outros e-mails de professores do curso de Administração, sem, entretanto dizer quais seriam; eu que me virasse em descobrir. Outra situação interessante foi a de uma resposta de uma conceituada Universidade que me fez percorrer diversos labirintos de faculdades e endereços eletrônicos enviando a pesquisa para 12 professores diferentes até que a resposta viesse num lacônico “não”. Dois ouvidores encaminharam a pesquisa para outras áreas da universidade, dando-me ciência do encaminhamento e estou até hoje, passados quase seis meses, esperando a resposta. Obs.: não foram contempladas como respostas. Uma resposta interessante é de uma profissional que alegava que os departamentos que poderiam responder não atendiam aos telefones devido a proximidade do final do ano. (Nota: a pesquisa foi encaminhada em novembro) Perguntas: Há realmente a preocupação do ensino do empreendedorismo nas Universidades? As universidades estão preparadas para atender com qualidade as consultas da população e dos seus clientes – e futuros clientes? Pelos resultados da pesquisa não. Há um enorme abismo entre o discurso e a prática nas principais Universidades do País. É importante notar que das 20 que responderam afirmativamente somente três são consideradas universidades de grande porte: duas privadas e uma pública. A distribuição geográfica é outro aspecto importante a ser considerado, mais de 50% das universidades que responderam são da Região Sudeste. Não obtivemos nenhuma resposta da região Norte.Um dado relevante é que a maior parte das respostas ou estavam incompletas – não informaram desde quando o curso/ matéria estava sendo lecionado (a) - outros não sabiam a data. Uma das respostas interessantes foi: “Estou na XXX a partir de 2001 e, no Currículo que tomei conhecimento, já havia as disciplinas mencionadas“.Essa pesquisa simples pode gerar dezenas de considerações e artigos sobre o que está acontecendo no ensino superior no Brasil e na forma como é realizada a comunicação via internet. No próximo artigo irei explorar um pouco mais os resultados da pesquisa com apresentação de outros indicadores. Ainda há muito mais a contar. Gostaria de receber dos leitores considerações, comentários e abrir um debate sobre esses dois pontos objetivados na pesquisa – o ensino do empreendedorismo e a comunicação virtual.
"TEXTO PUBLICADO ORIGINALMENTE NO SITE VIA6 PELO ARMANDO PASTORE MENDES RIBEIRO"
29 março 2007
Jogo virtual é arma contra o desemprego de universitários
O desemprego entre jovens (15 a 24 anos) dobrou em dez anos no Brasil. O dado é da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Diante deste contexto, a via do empreendedorismo revela-se como possível saída para a crise. O Desafio Sebrae, jogo de negócios desenvolvido pela entidade em parceria com a Coppe/UFRJ, fala a linguagem do jovem ao mesmo tempo em que o estimula a desenvolver competências empreendedoras – gestão do tempo, trabalho em equipe, planejamento, tomadas de decisão, pensamento estratégico, entre outros. Segundo o estudo do IBGE, realizado em 2005, de cada 100 jovens que entraram no mercado de trabalho, 55 foram dispensados. Em comparação a 1995, a quantidade de mão-de-obra desocupada, entre 15 a 24 anos, cresceu 107%. Pesquisas do Sebrae indicam que cerca de 15% dos desafiantes saem do jogo e abrem seu próprio negócio. Renan Maldonado, bicampeão estadual do jogo (2004 e 2005), é um exemplo. Decidiu deixar o emprego que tinha em um banco de investimentos para se lançar no mercado. Em parceria com Vinícius Carneiro – também integrante da equipe campeã estadual do Desafio Sebrae –, Renan criou um sistema de gestão de contratos de empréstimo. “O programa facilita a vida do gestor auxiliando o cliente na tomada de decisões”, afirma Renan, estudante de Engenharia de Sistemas da Uerj. Para Vinícius Carneiro, o cenário é promissor. “A gente tem o mercado mapeado. Em uma semana, vendo 10 softwares. Só não consigo dar suporte, por enquanto”, avalia o sócio da 2 Tech. O economista Márcio Pochmann, professor da Universidade de Campinas (Unicamp), publicou recentemente um estudo com base na pesquisa do IBGE. “Situação do jovem no mercado de trabalho no Brasil: um balanço dos últimos 10 anos” revela que no ano de 2005 havia um desempregado para cada cinco jovens. “Hoje ele (o jovem) consegue alguma ocupação, algum bico, estágio, mas no momento seguinte ele volta a estar desempregado”, explicou Pochmann, em entrevista à Agência Brasil. Na edição de 2006 do jogo, concluída este ano, cerca de mil jovens foram aproveitados pela Companhia Vale do Rio Doce. Dentro do processo seletivo de estágio, a mineradora permitiu que os melhores ranqueados no Desafio Sebrae seguissem direto para a entrevista – quinta de sete etapas da seleção. Mesmo os que não entraram na CVRD aproveitaram a experiência e conseguiram alcançar boas posições no mercado de trabalho. Foi o caso de Anderson Lima, finalista estadual do jogo em 2006, que atualmente trabalha na Ambev. “O Desafio Sebrae me ajudou a entrar na empresa, porque aprendi muito com esta experiência”, revela.
Thiago Rosas
Agência Sebrae de Notícias
Thiago Rosas
28 março 2007
A minha visão do empreendedorismo
Ao meu ver o que falta para o Brasil é a cultura do empreendedorismo, sempre dizem que as pesquisas apontam o Brasil como um pais empreendedor, porem sabemos que o empreendedorismo no Brasil é limitado a uma questão de sobrevivência, se não temos emprego, então abrimos um negocio para termos o que comer em casa. E isso não é ser empreendedor, é ser sobrevivente.
E a cultura do empreendedorismo que falo é estudarmos sobre a criação de empresas, administração básicas, gestão de pessoas e estratégias de marketing desde que ingressarmos na escola, no ensino básico, na 5º serie, e eu nem sei se ainda existe a 5º serie, de tantas mudanças feitas no ensino brasileiro nos últimos tempos, e infelizmente quase nenhuma que fosse realmente proveitosa. Mas não estou aqui para falar do ensino, a não ser o do ensino do empreendedorismo. É vital para o Brasil ensinar a nossos jovens como empreender um negocio, como ter sucesso e como ganhar dinheiro com tal empreendimento.
Creio que o empreendedorismo no Brasil deveria ser tratado de forma diferente, creio que ele deveria ser visto como uma nova forma de profissão, para compensar o nosso atraso em relação a países desenvolvidos, que já possuem o empreendedorismo enraizado em suas culturas. Deveria ser criado de forma imediata um curso de empreendedorismo nas universidades do pais, um curso que ensinasse como se ter uma ideia de negocio, como analisar sua viabilidade, como fazer para conseguir recursos, como fazer para iniciar as actividades, como recrutar os primeiros empregados, como negociar com fornecedores, como chamar a atenção dos primeiros clientes, como regularizar a situação da empresa num pais em que é um caos a legislação, e tudo é extremamente burocrático, como calcular os preços, para que estes sejam competitivos e mesmo assim você consiga pagar os 40% de impostos incidentes e ter algum lucro. É impressindivel dizer que o Brasil precisa de empreenderes capacitados rápido.
Alguns que lerem este artigo podem pensar que há o curso de administração que já ensina tudo isso, mas é mentira, o curso de administração ensina a administrar, e não a criar, o administrador não é um empreendedor, ele deve tomar conta da empresa após sua fase start up, sua fase inicial, quando os processo já foram criados, quando os clientes já foram conquistados. É importante separar a função do administrador do empreendedor, o empreendedor tem que ser mais criativo e o administrador mais sistemático.
O que acredito que seja vital ao Brasil é a criação de uma "fundação do empreendedorismo no Brasil" ou um "conselho regional do empreendedorismo", uma associação de classe, uma ong, sei la as diferenças, mas algo que seja feito e mantido por empreendedores, sem intervenção do governo, do Sebrae e de ninguém, um grupo de empreendedores movidos pela missão de disseminar o empreendedorismo e colaborar com os empreendedores do pais. Precisamos transformar o empreendedorismo em profissão, regulamentar a profissão, criar um curso universitário para o ensino desta nova profissão. Enfim, devemos criar uma revolução e assim mudarmos este pais, um REVOLUÇÃO EMPREENDEDORA, empreendermos para crescermos e fazermos o nosso pais crescer.
E a cultura do empreendedorismo que falo é estudarmos sobre a criação de empresas, administração básicas, gestão de pessoas e estratégias de marketing desde que ingressarmos na escola, no ensino básico, na 5º serie, e eu nem sei se ainda existe a 5º serie, de tantas mudanças feitas no ensino brasileiro nos últimos tempos, e infelizmente quase nenhuma que fosse realmente proveitosa. Mas não estou aqui para falar do ensino, a não ser o do ensino do empreendedorismo. É vital para o Brasil ensinar a nossos jovens como empreender um negocio, como ter sucesso e como ganhar dinheiro com tal empreendimento.
Creio que o empreendedorismo no Brasil deveria ser tratado de forma diferente, creio que ele deveria ser visto como uma nova forma de profissão, para compensar o nosso atraso em relação a países desenvolvidos, que já possuem o empreendedorismo enraizado em suas culturas. Deveria ser criado de forma imediata um curso de empreendedorismo nas universidades do pais, um curso que ensinasse como se ter uma ideia de negocio, como analisar sua viabilidade, como fazer para conseguir recursos, como fazer para iniciar as actividades, como recrutar os primeiros empregados, como negociar com fornecedores, como chamar a atenção dos primeiros clientes, como regularizar a situação da empresa num pais em que é um caos a legislação, e tudo é extremamente burocrático, como calcular os preços, para que estes sejam competitivos e mesmo assim você consiga pagar os 40% de impostos incidentes e ter algum lucro. É impressindivel dizer que o Brasil precisa de empreenderes capacitados rápido.
Alguns que lerem este artigo podem pensar que há o curso de administração que já ensina tudo isso, mas é mentira, o curso de administração ensina a administrar, e não a criar, o administrador não é um empreendedor, ele deve tomar conta da empresa após sua fase start up, sua fase inicial, quando os processo já foram criados, quando os clientes já foram conquistados. É importante separar a função do administrador do empreendedor, o empreendedor tem que ser mais criativo e o administrador mais sistemático.
O que acredito que seja vital ao Brasil é a criação de uma "fundação do empreendedorismo no Brasil" ou um "conselho regional do empreendedorismo", uma associação de classe, uma ong, sei la as diferenças, mas algo que seja feito e mantido por empreendedores, sem intervenção do governo, do Sebrae e de ninguém, um grupo de empreendedores movidos pela missão de disseminar o empreendedorismo e colaborar com os empreendedores do pais. Precisamos transformar o empreendedorismo em profissão, regulamentar a profissão, criar um curso universitário para o ensino desta nova profissão. Enfim, devemos criar uma revolução e assim mudarmos este pais, um REVOLUÇÃO EMPREENDEDORA, empreendermos para crescermos e fazermos o nosso pais crescer.
06 março 2007
Plano de negócio facilita acesso ao crédito
Um círculo vicioso pode ser formado quando o assunto é crédito. Se uma micro ou pequena empresa possui problemas de cadastro, não consegue ter uma boa gestão, os negócios não deslancham e, sem perspectiva de futuro, ela terá dificuldades de acesso a crédito. É exatamente nesse círculo que o Sebrae atua, tornando-se um agente facilitador na relação entre as micro e pequenas empresas e as instituições de financiamento. “É importante destacar que o Sebrae não empresta dinheiro. Orientamos o empresário para que ele tenha uma boa gestão e consiga elaborar um plano de negócio. Também mostramos a ele as alternativas de serviços financeiros disponíveis em seu município”, explica Alessandro Chaves, técnico do Sebrae em Minas Gerais. De acordo com Chaves, o plano de negócio é uma ferramenta fundamental. “O que muitos empresários necessitam é administrar melhor o fluxo de caixa”, afirma. O Sebrae em Minas tem também orientado o empresário para que ele estabeleça uma relação mais próxima com o agente financeiro, pois para a obtenção do crédito é fundamental uma relação de confiança. Mas, se por um lado o Sebrae exerce esse papel de orientador junto aos empresários, por outro, também atua com agentes financeiros estimulando seu relacionamento com as micro e pequenas empresas. “Para o gerente de mercado do Banco do Brasil, Kleber Zica, o papel do Sebrae é “de suma importância para a criação e sobrevivência das micro e pequenas empresas”. O Sebrae apresenta às instituições financeiras uma análise de mercado e dos produtos, permitindo que muitas vezes elas criem linhas de crédito específicas. “De posse dessas informações, conseguimos visualizar não apenas o empresário, mas o segmento no qual está inserido e qual é a projeção do negócio”, diz Zica. O Sebrae também está presente no estímulo às cooperativas de crédito, que de simples fornecedoras de empréstimos passaram a integrar o rol de agentes indutores do desenvolvimento. “Hoje, as cooperativas de crédito entraram definitivamente no nosso portifólio de ofertas de serviços financeiros às micro e pequenas empresas. Minas Gerais conta com pelo menos 80 cooperativas que atendem mais de 160 municípios. Quando incluímos as cooperativas de crédito rural, esse número chega a 400”, informa Alessandro Chaves. Em 2006, o Sebrae em Minas deu início à sétima turma do curso de pós-graduação Agentes de Desenvolvimento em Cooperativas (Ópera), elaborado em parceria com o Unicentro Newton Paiva. Ao longo das 440 horas/aula do curso, os alunos são apresentados às melhores práticas de cooperativismo no Brasil e em outros países, por meio de visitas à Mondragón, na Espanha, e instituições da Itália.
Agência Sebrae de Notícias
Agência Sebrae de Notícias
01 março 2007
Empreendedor – Site de relacionamento
Dando continuidade ao processo de melhorias do site Eu, Patrão!, criei o site http://empreendedor.ning.com que se trata de um espaço voltado a pratica de networking entre empreendedores, empresários, administradores e pessoas que tem ou sonham em ter seu próprio negócio.
Neste novo site além de ler os artigos, você poderá postar seus próprios artigos, criar fóruns, postar vídeos e fotos, ao seja, você poderá participar da criação da comunidade.
Gostaria de convidá-los a conhecerem este novo site e a participarem desta nova comunidade, e creio que em breve estarei substituindo todo o site para lá.
Vamos ampliar a troca de informações empreendedoras, criamos parcerias, divulgarmos nosso negócio, enfim, vamos empreender para termos um Brasil melhor.
Neste novo site além de ler os artigos, você poderá postar seus próprios artigos, criar fóruns, postar vídeos e fotos, ao seja, você poderá participar da criação da comunidade.
Gostaria de convidá-los a conhecerem este novo site e a participarem desta nova comunidade, e creio que em breve estarei substituindo todo o site para lá.
Vamos ampliar a troca de informações empreendedoras, criamos parcerias, divulgarmos nosso negócio, enfim, vamos empreender para termos um Brasil melhor.
26 fevereiro 2007
Empreendedorismo e ambição por Eder Luiz Bolson
É da natureza humana querer se destacar e sempre melhorar em algum aspecto. Todos somos ambiciosos, em maior ou menor grau. A ambição é um dos motores mais potentes do empreendedorismo. Muitos cientistas afirmam que ambição é um traço psicológico hereditário. Outros defendem a idéia de que a ambição pode ser estimulada pelo ambiente, podendo até ser ensinada para as crianças. Os imigrantes que, por razões econômicas, trocam suas pátrias na busca por melhores condições de vida, costumam cultuar o empreendedorismo e desenvolver a ambição nos seus descendentes. Eles são um exemplo claro de como o ambiente familiar pode influenciar no desenvolvimento da ambição. Além do exemplo dado pelo ato corajoso de abandonar tudo e emigrar, eles costumam injetar nos filhos um forte sentimento de que correr algum risco pode ser gratificante. Um sentimento de que é preciso ter persistência e muita energia para lidar com derrotas parciais e, sobretudo, para vencer os inevitáveis obstáculos que a vida apresenta. Que é preciso ter desejo veemente, aspiração forte, ousadia e muita garra na perseguição de metas e objetivos claros. Como resultado, poucos filhos de imigrantes se contentam em serem empregados pelo resto de suas vidas. Para comprovar isso é só verificar a origem estrangeira da maioria dos sobrenomes dos pequenos ou grandes empresários brasileiros que conhecemos. Uma pessoa muito ambiciosa costuma ser o empregado dos sonhos de qualquer empresa. Ambição exacerbada e vontade inabalável de vencer são ativos pessoais diferenciados e supervalorizados no ambiente corporativo hipercompetitivo em que vivemos. Muitas empresas exploram habilmente esse lado ambicioso dos colaboradores através do uso de sistemas de recompensas baseados em salários fixos baixíssimos e variáveis altíssimos. Nelas, os salários e bonificações costumam ser iscas apetitosas, variando do inferno ao céu, conforme o desempenho e os resultados alcançados. A ambição mal administrada pode ser perigosa.Um empreendedor muito ambicioso pode provocar nos seus colegas, clientes, fornecedores ou colaboradores tanto admiração quanto inveja e, até mesmo, desprezo. Em ilhas do Pacífico e, em muitas regiões do interior do Brasil, a ambição costuma ser inibida e execrada. Em algumas religiões a ambição tem um sentido pecaminoso. Nelas, a cobiça e a avidez desmedida pela conquista de bens materiais costumam confundir-se com o conceito de ambição. Enquanto isso, nas empresas e na maioria das sociedades modernas, o conceito de ambição se confunde com os de motivação e de empreendedorismo. Num empreendedor jovem, a ambição combinada com o apetite para competir e vencer podem se tornar insaciáveis e até mesmo prejudiciais para o atingimento de seus objetivos maiores. Diante disso, será fundamental que ele saiba estabelecer um controle para a chama de sua ambição. Que ele saiba dosá-la e dirigi-la dentro de princípios éticos e morais. Que ele saiba dissociá-la da busca por poder ou dinheiro “a qualquer custo”. Que ele saiba dosar e distribuir a sua ambição de forma eqüitativa entre o “querer ter” e o “querer ser”.
Empreendedor: Cultive os aspectos positivos e saiba controlar o nível da sua ambição. Bons empreendimentos e muito sucesso!
Eder Bolson, empresário, professor universitário, autor de “Tchau, Patrão!” – Editora SENAC.
16 fevereiro 2007
BNDES cria fundo para micro e pequenas empresas inovadoras
Instituto Inovação - 14/02/2007
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de aprovar a criação do programa Capital Semente (Criatec). O objetivo é garantir suporte financeiro adequado às micro e pequenas empresas inovadoras em estágio nascente. A iniciativa tem como foco os negócios voltados para tecnologia da informação, biotecnologia, novos materiais, mecânica de precisão, nanotecnologia e agronegócios. O Criatec contará com orçamento de R$ 80 milhões, com um período de investimentos de quatro anos. De acordo com o banco, a expectativa é que o programa permita a capitalização de até 60 micro e pequenas empresas inovadoras, com investimento médio entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. Outra perspectiva é que a iniciativa represente a geração de cerca de 3 mil postos de trabalho especializados. Ainda segundo o BNDES, poderão ser apoiadas empresas com faturamento líquido de, no máximo, R$ 6 milhões, no ano anterior à capitalização do programa. Outra regra do regulamento do Criatec estabelece que, no mínimo, 25% do patrimônio do fundo deverá ser investido em empresas com faturamento de até R$ 1,5 milhão. E no máximo 25% do patrimônio do fundo deverá ser aplicado em empresas com faturamento entre R$ 4,5 milhões e R$ 6 milhões. O Criatec prevê a constituição de um Fundo Mútuo de Investimento Fechado, cujas cotas poderão ser subscritas, além da BNDESpar, por outros parceiros interessados em aderir ao programa. O fundo capitalizará as empresas inovadoras em estágio nascente inovadoras e com grande potencial de crescimento. Saiba mais sobre as ações do BNDES no site www.bndes.gov.br. Fonte: Gestão C&T.
Starta - Fevereiro/2007
Materia Publicada no site www.starta.com.br
13 fevereiro 2007
Vença seu Medo de Empreender
Muitas pessoas podem ter uma boa idéia para um negócio, e o conhecimento necessário para executá-lo, mas ficam paralisadas pelo medo e nunca tomam uma atitude.
Se isso acontece com você, não se preocupe, já que esta sensação é completamente normal. Empreender significa sair de sua zona de conforto, encarar riscos e novos desafios e mudar completamente sua forma de trabalho e seu dia a dia. Estes fatores são difíceis para qualquer ser humano, especialmente aqueles que ainda não começaram um negócio próprio.
A Pamela Slim, em seu blog Escape from Cubicle Nation, cita 4 tipos de medo que afeta o candidato a empreendedor:
Medo de parecer ridículo: se você acha que não saberá fazer as coisas direito e passará por uma situação embaraçosa com o primeiro cliente que aparecer.
Medo de perder as calças: se você pensa que todo seu dinheiro poderá ser perdido neste negócio e você e sua família passarão por dificuldades.
Medo de parecer arrogante: quando você acredita que os outros o verão como uma pessoa que não tem o conhecimento necessário e está dizendo ser mais do que realmente é.
Medo de descobrirem sua incompetência: quando os clientes chegarem à conclusão de que você é ignorante, inexperiente e sem talento.
Ela fala também sobre 3 desculpas comuns para não se começar a empreender:
Vou fazer somente mais um curso, e daí certamente me sentirei pronto para começar meu negócio.
Vou trabalhar para uma empresa mais, assim ganharei experiência para empreender.
Vou começar na próxima semana (ou no próximo mês, ou quando meus filhos se formarem), já que agora não tenho tempo e recursos suficientes.
Talvez você se identificou com estes medos e desculpas, o que é natural. Pelo menos agora sabe que não está sozinho!
Não existe uma técnica milagrosa para vencer os medos e começar seu negócio com energia. No entanto, como estou desenvolvendo um portal de internet que será lançado em poucos meses, posso dar algumas dicas que podem lhe ajudar a superar estas dificuldades.
Primeiro: concentre-se no que sabe fazer e terceirize o resto. Não tente fazer sozinho o que está fora de seu conhecimento. Em meu caso, estou desenvolvendo o portal e criando a marca com uma empresa especializada e com experiência, já que como webdesigner sou um ótimo gerente de projetos. Ao terceirizar as atividades que não são seu forte, você ganhará confiança em seu negócio e poderá focar sua energia no que sabe fazer melhor e no crescimento do empreendimento.
Segundo: avalie bem suas possibilidades financeiras e sua aversão ao risco. Se você tem um perfil mais conservador, não vale a pena começar um negócio que poderá consumir grande parte de seu patrimônio no início, já que o medo o levará a tomar decisões erradas e será um fator de fracasso.
Terceiro: na dúvida, comece devagar. Como comentei em outro artigo, você pode tomar os primeiros passos com poucos clientes, e sem deixar seu emprego atual. No entanto, não confunda isto com fazer algo medíocre. Você pode fazer pouco, mas faça-o com excelência, já que isto será a base para o futuro crescimento do negócio.
Finalmente: pense grande. Mesmo que você não tenha como investir de imediato para atingir todos seus sonhos para o negócio, deve ter uma visão ambiciosa de onde quer chegar, e qual o caminho para chegar lá. Se você achar que seu negócio não poderá
Se isso acontece com você, não se preocupe, já que esta sensação é completamente normal. Empreender significa sair de sua zona de conforto, encarar riscos e novos desafios e mudar completamente sua forma de trabalho e seu dia a dia. Estes fatores são difíceis para qualquer ser humano, especialmente aqueles que ainda não começaram um negócio próprio.
A Pamela Slim, em seu blog Escape from Cubicle Nation, cita 4 tipos de medo que afeta o candidato a empreendedor:
Medo de parecer ridículo: se você acha que não saberá fazer as coisas direito e passará por uma situação embaraçosa com o primeiro cliente que aparecer.
Medo de perder as calças: se você pensa que todo seu dinheiro poderá ser perdido neste negócio e você e sua família passarão por dificuldades.
Medo de parecer arrogante: quando você acredita que os outros o verão como uma pessoa que não tem o conhecimento necessário e está dizendo ser mais do que realmente é.
Medo de descobrirem sua incompetência: quando os clientes chegarem à conclusão de que você é ignorante, inexperiente e sem talento.
Ela fala também sobre 3 desculpas comuns para não se começar a empreender:
Vou fazer somente mais um curso, e daí certamente me sentirei pronto para começar meu negócio.
Vou trabalhar para uma empresa mais, assim ganharei experiência para empreender.
Vou começar na próxima semana (ou no próximo mês, ou quando meus filhos se formarem), já que agora não tenho tempo e recursos suficientes.
Talvez você se identificou com estes medos e desculpas, o que é natural. Pelo menos agora sabe que não está sozinho!
Não existe uma técnica milagrosa para vencer os medos e começar seu negócio com energia. No entanto, como estou desenvolvendo um portal de internet que será lançado em poucos meses, posso dar algumas dicas que podem lhe ajudar a superar estas dificuldades.
Primeiro: concentre-se no que sabe fazer e terceirize o resto. Não tente fazer sozinho o que está fora de seu conhecimento. Em meu caso, estou desenvolvendo o portal e criando a marca com uma empresa especializada e com experiência, já que como webdesigner sou um ótimo gerente de projetos. Ao terceirizar as atividades que não são seu forte, você ganhará confiança em seu negócio e poderá focar sua energia no que sabe fazer melhor e no crescimento do empreendimento.
Segundo: avalie bem suas possibilidades financeiras e sua aversão ao risco. Se você tem um perfil mais conservador, não vale a pena começar um negócio que poderá consumir grande parte de seu patrimônio no início, já que o medo o levará a tomar decisões erradas e será um fator de fracasso.
Terceiro: na dúvida, comece devagar. Como comentei em outro artigo, você pode tomar os primeiros passos com poucos clientes, e sem deixar seu emprego atual. No entanto, não confunda isto com fazer algo medíocre. Você pode fazer pouco, mas faça-o com excelência, já que isto será a base para o futuro crescimento do negócio.
Finalmente: pense grande. Mesmo que você não tenha como investir de imediato para atingir todos seus sonhos para o negócio, deve ter uma visão ambiciosa de onde quer chegar, e qual o caminho para chegar lá. Se você achar que seu negócio não poderá
Artigo publicado no Blog Empreenda Já de Luiz Henrique de Paiva José.
31 janeiro 2007
Dar o primeiro passo...por Ivan F. Cesar
Não existe um caminho para a felicidade, a felicidade é o verdadeiro caminho!
Na busca pelos nossos sonhos e desejos precisamos tomar uma decisão muito importante: sair da inércia!Não importa aonde queremos chegar, pois seja qual for o caminho traçado precisamos “dar o primeiro passo”. Esse, talvez, seja o momento de maior dificuldade e indecisão, porque na maioria das vezes é também um momento de mudança.
“Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes!” Einstein
Mudar significa abandonar nossa “zona de conforto”. Aliás, eu nem sei o porquê desse termo! Na verdade, deveria se chamar “zona de desconforto”... certo?Na realidade, é uma situação que não nos satisfaz, que nos incomoda, mas com a qual estamos acostumados a lidar, pois sabemos onde pisamos e temos certeza do que vamos encontrar.
Lavoisier, sabiamente, já dizia: "Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma". A natureza é sabia e nos mostra, a todo momento, que evolução exige transformação! Ou seja, a vida é uma constante mudança! Se você não muda, não acompanha o rumo da evolução, você fica parado no tempo e no espaço, torna-se ultrapassado.
Equivocadamente, buscamos a estabilidade, a rotina e a segurança evitando novas mudanças em nossas vidas (a tal “zona de conforto”). Tudo que está aparentemente bom deve permanecer do jeito que está, mesmo quando no fundo sabemos que existem descontentamentos. Preferimos, por exemplo, a estabilidade de um emprego que não nos trás satisfação pessoal, a arriscarmos uma mudança, um novo empreendimento, onde não sabemos se vamos obter sucesso ou se quebraremos a cara, mas que com certeza nos daria mais prazer de ser realizado.Aliás, mudanças que fracassam muitas vezes são aprendizados que precisamos ter ao longo do caminho, nos indicando uma possível mudança de rumo. Sartre dizia: “o importante não é o que a vida faz com você, mas o que você faz com o que a vida faz com você”.
Você está se vendo enquanto lê esse artigo? Então continue... quem sabe você não vai começar a se ver diferente no final?Nossa vida precisa de mudanças, de quebras de rotinas e de novos desafios. Mudança é uma porta que só pode ser aberta por dentro. Só nós temos a chave, só nós podemos decidir se vamos mudar ou não. É uma questão de atitude!Muitos pensam que atitude é apenas ação. Ledo engano; atitude é racionalizar, sentir e agir. Você pode ter atitudes limitadoras (coercitivas) ou atitudes pró-ativas (construtivas). Encarar as transformações e mudanças de rumo fica muito mais fácil quando você se abre para a vida com atitudes pró-ativas, com alegria, com persistência e determinação, e melhor, isso contamina!
Tom Coelho, em um de seus artigos disse: “Ao combatermos a hesitação, corremos mais riscos, podemos experimentar mais insucessos, mas jamais ficaremos fadados à síndrome do “quase”, do benefício indelével da dúvida do que poderia ter sido “se” a atitude tomada fosse outra”.
Diante de uma possível mudança, devemos “racionalizar” e não “hesitar”! Pese os prós e contras, peça também uma ajuda para a sua “intuição” e então parta para a ação.
Tem uma oração que diz: “Senhor, me dê forças para mudar o que pode ser mudado, coragem para suportar o que não pode ser mudado e discernimento para distinguir um do outro”.O fato de que um dia vamos morrer é algo que não pode ser mudado. Quase tudo mais pode!
Como disse no primeiro parágrafo desse artigo, a felicidade não está no fim do caminho. A felicidade está na caminhada!Vamos lá... você já deu o primeiro passo?
Ivan F. CesarPortal EMPREENDER PARA TODOS
Na busca pelos nossos sonhos e desejos precisamos tomar uma decisão muito importante: sair da inércia!Não importa aonde queremos chegar, pois seja qual for o caminho traçado precisamos “dar o primeiro passo”. Esse, talvez, seja o momento de maior dificuldade e indecisão, porque na maioria das vezes é também um momento de mudança.
“Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes!” Einstein
Mudar significa abandonar nossa “zona de conforto”. Aliás, eu nem sei o porquê desse termo! Na verdade, deveria se chamar “zona de desconforto”... certo?Na realidade, é uma situação que não nos satisfaz, que nos incomoda, mas com a qual estamos acostumados a lidar, pois sabemos onde pisamos e temos certeza do que vamos encontrar.
Lavoisier, sabiamente, já dizia: "Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma". A natureza é sabia e nos mostra, a todo momento, que evolução exige transformação! Ou seja, a vida é uma constante mudança! Se você não muda, não acompanha o rumo da evolução, você fica parado no tempo e no espaço, torna-se ultrapassado.
Equivocadamente, buscamos a estabilidade, a rotina e a segurança evitando novas mudanças em nossas vidas (a tal “zona de conforto”). Tudo que está aparentemente bom deve permanecer do jeito que está, mesmo quando no fundo sabemos que existem descontentamentos. Preferimos, por exemplo, a estabilidade de um emprego que não nos trás satisfação pessoal, a arriscarmos uma mudança, um novo empreendimento, onde não sabemos se vamos obter sucesso ou se quebraremos a cara, mas que com certeza nos daria mais prazer de ser realizado.Aliás, mudanças que fracassam muitas vezes são aprendizados que precisamos ter ao longo do caminho, nos indicando uma possível mudança de rumo. Sartre dizia: “o importante não é o que a vida faz com você, mas o que você faz com o que a vida faz com você”.
Você está se vendo enquanto lê esse artigo? Então continue... quem sabe você não vai começar a se ver diferente no final?Nossa vida precisa de mudanças, de quebras de rotinas e de novos desafios. Mudança é uma porta que só pode ser aberta por dentro. Só nós temos a chave, só nós podemos decidir se vamos mudar ou não. É uma questão de atitude!Muitos pensam que atitude é apenas ação. Ledo engano; atitude é racionalizar, sentir e agir. Você pode ter atitudes limitadoras (coercitivas) ou atitudes pró-ativas (construtivas). Encarar as transformações e mudanças de rumo fica muito mais fácil quando você se abre para a vida com atitudes pró-ativas, com alegria, com persistência e determinação, e melhor, isso contamina!
Tom Coelho, em um de seus artigos disse: “Ao combatermos a hesitação, corremos mais riscos, podemos experimentar mais insucessos, mas jamais ficaremos fadados à síndrome do “quase”, do benefício indelével da dúvida do que poderia ter sido “se” a atitude tomada fosse outra”.
Diante de uma possível mudança, devemos “racionalizar” e não “hesitar”! Pese os prós e contras, peça também uma ajuda para a sua “intuição” e então parta para a ação.
Tem uma oração que diz: “Senhor, me dê forças para mudar o que pode ser mudado, coragem para suportar o que não pode ser mudado e discernimento para distinguir um do outro”.O fato de que um dia vamos morrer é algo que não pode ser mudado. Quase tudo mais pode!
Como disse no primeiro parágrafo desse artigo, a felicidade não está no fim do caminho. A felicidade está na caminhada!Vamos lá... você já deu o primeiro passo?
Ivan F. CesarPortal EMPREENDER PARA TODOS
24 janeiro 2007
O que você quer da sua vida? Parte IV
Todos temos sonhos, todos temos medo de irmos atrás deste sonho e perdermos o que já temos, e temos medo de que seja uma corrida em vão, de que lá no fim, talvez não valha a pena ter tentado. Temos medos de sermos tachados de fracassados.
O que a grande maioria das pessoas não entende é que podemos ter mais de um sonho ao mesmo tempo, podemos ter um sonho para cada aspecto de nossa vida. E podemos conviver e conduzir esses vários sonhos ao mesmo tempo. Mas se você tem um sonho é tachado de vagabundo, dizem que você está precisando trabalhar. Se você tem vários, é tido como louco. A maioria das pessoas é criada para terem vontades medíocres, tipo ter uma casa, um bom carro, poder por os filhos em um bom colégio particular, e se você sonha com algo que está um pouco acima desta mediocricidade, é zombado, tentam te desestimular, dizem que sonha alto demais e que não irá conseguir fazer nada do que está falando e só perderá tempo e deixará passar várias boas oportunidades, tipo um emprego em um órgão público, estável, com um salário razoável, porém medíocre em relação à satisfação pessoal, ou você já viu algum funcionário público lhe atender sorrindo e de bem com a vida?
É difícil tentar realizar seus sonhos, as pessoas irão te desestimular dizendo que você não tem capacidade, irão te cobrar, querendo que você tenha uma quantia em dinheiro que possa ser que você não consiga ter, você terá vontade de ter várias coisas das quais não poderá. Ir atrás de um sonho é remar contra a maré, é deixar de ser mais um e tentar ser alguém de quem se orgulhar. Todos se orgulham de quem consegue alcançar seus sonhos, porque se lembram o quanto tentaram fazer com que ele desistisse antes. É difícil tentar, você se sentirá sozinho muitas vezes, se sentirá incompreendido, se sentirá inferiorizado e terá dúvidas, muitas dúvidas.
Mas ao final, assim que conseguir realizar o seu sonho você se sentirá como o cara mais importante do mundo. E quando todos os que te cercam e te disseram que você nunca iria conseguir, te darem os parabéns, você sentirá algo em seu peito como se você fosse explodir, como se você fosse sair voando e entrar em órbita. E se não conseguir, sentirá uma pequena dor, mas ao olhar para os que estão em sua volta verá os olhos deles apagados, fundos, e quando se olhar no espelho verá que o seu brilha, irá doer não ter conseguido, mas você terá orgulho de ter tentado, e se sentirá mais feliz do que os outros.
E sobre a quando todos querem que você seja medíocre, esqueça-os, sonhe o mais alto possível, não sonhe em ser mais um. Pise fundo no acelerador, sonhe em ser o melhor e em chegar o mais longe que se pode. Bill Gates não sonhou em ter uma empresa de software, ele sonhou com o mundo todo usando o seu software, Henry Ford não sonhou em produzir carro, ele queria que todos os habitantes do mundo tivessem o seu carro, Thomas Edison não sonhou em fazer a lâmpada, ele sonhou em fornecer luz elétrica para todas as casas. Não sonhe pequeno, sonhe grande, o maior que você possa, e tente chegar aonde ninguém que você conheça tenha chegado.
Há uma frase de que gosto muito: “sonhe grande que ao menos você será pequeno, sonhe pequeno e você será só mais um”.
O que a grande maioria das pessoas não entende é que podemos ter mais de um sonho ao mesmo tempo, podemos ter um sonho para cada aspecto de nossa vida. E podemos conviver e conduzir esses vários sonhos ao mesmo tempo. Mas se você tem um sonho é tachado de vagabundo, dizem que você está precisando trabalhar. Se você tem vários, é tido como louco. A maioria das pessoas é criada para terem vontades medíocres, tipo ter uma casa, um bom carro, poder por os filhos em um bom colégio particular, e se você sonha com algo que está um pouco acima desta mediocricidade, é zombado, tentam te desestimular, dizem que sonha alto demais e que não irá conseguir fazer nada do que está falando e só perderá tempo e deixará passar várias boas oportunidades, tipo um emprego em um órgão público, estável, com um salário razoável, porém medíocre em relação à satisfação pessoal, ou você já viu algum funcionário público lhe atender sorrindo e de bem com a vida?
É difícil tentar realizar seus sonhos, as pessoas irão te desestimular dizendo que você não tem capacidade, irão te cobrar, querendo que você tenha uma quantia em dinheiro que possa ser que você não consiga ter, você terá vontade de ter várias coisas das quais não poderá. Ir atrás de um sonho é remar contra a maré, é deixar de ser mais um e tentar ser alguém de quem se orgulhar. Todos se orgulham de quem consegue alcançar seus sonhos, porque se lembram o quanto tentaram fazer com que ele desistisse antes. É difícil tentar, você se sentirá sozinho muitas vezes, se sentirá incompreendido, se sentirá inferiorizado e terá dúvidas, muitas dúvidas.
Mas ao final, assim que conseguir realizar o seu sonho você se sentirá como o cara mais importante do mundo. E quando todos os que te cercam e te disseram que você nunca iria conseguir, te darem os parabéns, você sentirá algo em seu peito como se você fosse explodir, como se você fosse sair voando e entrar em órbita. E se não conseguir, sentirá uma pequena dor, mas ao olhar para os que estão em sua volta verá os olhos deles apagados, fundos, e quando se olhar no espelho verá que o seu brilha, irá doer não ter conseguido, mas você terá orgulho de ter tentado, e se sentirá mais feliz do que os outros.
E sobre a quando todos querem que você seja medíocre, esqueça-os, sonhe o mais alto possível, não sonhe em ser mais um. Pise fundo no acelerador, sonhe em ser o melhor e em chegar o mais longe que se pode. Bill Gates não sonhou em ter uma empresa de software, ele sonhou com o mundo todo usando o seu software, Henry Ford não sonhou em produzir carro, ele queria que todos os habitantes do mundo tivessem o seu carro, Thomas Edison não sonhou em fazer a lâmpada, ele sonhou em fornecer luz elétrica para todas as casas. Não sonhe pequeno, sonhe grande, o maior que você possa, e tente chegar aonde ninguém que você conheça tenha chegado.
Há uma frase de que gosto muito: “sonhe grande que ao menos você será pequeno, sonhe pequeno e você será só mais um”.
22 janeiro 2007
O que você quer da sua vida? Parte III
Qual foi a última coisa que você fez para você? Qual foi a última coisa que você fez somente para você? Algo que te deixou feliz, mas que tenha sido só teu? Algo que te fez dar um breve sorriso antes de fechar seus olhos naquele dia e dormir?
Estamos sempre sendo pressionados por todos os lados, nosso chefe sempre quer que sejamos melhores, nossas famílias sempre quer que sejamos melhores, até mesmo os que nem conhecemos querem que sejamos uma boa pessoa, e isso sempre é uma pressão feita de forma sistemática e incondicional, não importa o que você é ou o que você faça ou quem você é, estamos sempre sendo cobrados, sempre somos exigidos. Mas não nos façamos de coitadinhos, pois também somos agentes de cobrança, cobramos que nossos filhos tenham as melhores notas em todas as matérias da escola, cobramos de nossas esposas e/ou maridos que tenham paciência, entre tantas outras coisas, e também cobramos de estranhos, cobramos para que sejam mais educados e não joguem o lixo na rua, estamos sempre sendo cobrados e sempre estamos cobrando algo. A vida é assim, um pressionando o outro para ser algo que talvez ninguém de nós consiga ser.
O sucesso é medido pelo que se tem, e para ter algo é preciso ter dinheiro. Para tudo é preciso ter dinheiro. E todos nos cobram para que tenhamos dinheiro, nós nos cobramos a ter dinheiro. Temos medo de ficarmos sem o dinheiro, e é esse medo e essa cobrança que nos faz ficarmos relutantes em irmos atrás de nossos sonhos. Ir atrás daquilo que se sonha é arriscado, sempre é. Requer dedicação, força de vontade, obstinação, requer ter algumas perdas no meio do caminho, requer capacidade de escolha, requer muito.
Mas o que nos dá medo de irmos atrás de realizarmos nossos sonhos não são todas essas coisas que serão necessárias, e sim todas as coisas que já conseguimos, para ter algo é preciso ter dinheiro, para ter dinheiro é preciso suar, é preciso trabalhar, e é por isso que nos prendemos ao que conseguimos ter, porque foi necessário dar uma parte nossa para termos aquilo, e normalmente correr atrás de seus sonhos significa abrir mão do que já se conquistou. Você pode ter que perder seu atual emprego, pode ter que vender seu atual carro, pode não conseguir comprar aquele celular novo, e nem mesmo conseguir ir ao barzinho tomar uma cerveja com seus amigos na sexta depois do expediente. E pode ser que não consiga fazer nada disso, porque não terá dinheiro.
A questão é: vale a pena abrir mão de algo que desejamos para satisfazer essa necessidade que nos foi imposta de que temos que ter dinheiro, de que temos que ter bens materiais, de que temos de fazer parte de uma sociedade consumista?
Vale a pena abrir mão de um sonho por algo?
Estamos sempre sendo pressionados por todos os lados, nosso chefe sempre quer que sejamos melhores, nossas famílias sempre quer que sejamos melhores, até mesmo os que nem conhecemos querem que sejamos uma boa pessoa, e isso sempre é uma pressão feita de forma sistemática e incondicional, não importa o que você é ou o que você faça ou quem você é, estamos sempre sendo cobrados, sempre somos exigidos. Mas não nos façamos de coitadinhos, pois também somos agentes de cobrança, cobramos que nossos filhos tenham as melhores notas em todas as matérias da escola, cobramos de nossas esposas e/ou maridos que tenham paciência, entre tantas outras coisas, e também cobramos de estranhos, cobramos para que sejam mais educados e não joguem o lixo na rua, estamos sempre sendo cobrados e sempre estamos cobrando algo. A vida é assim, um pressionando o outro para ser algo que talvez ninguém de nós consiga ser.
O sucesso é medido pelo que se tem, e para ter algo é preciso ter dinheiro. Para tudo é preciso ter dinheiro. E todos nos cobram para que tenhamos dinheiro, nós nos cobramos a ter dinheiro. Temos medo de ficarmos sem o dinheiro, e é esse medo e essa cobrança que nos faz ficarmos relutantes em irmos atrás de nossos sonhos. Ir atrás daquilo que se sonha é arriscado, sempre é. Requer dedicação, força de vontade, obstinação, requer ter algumas perdas no meio do caminho, requer capacidade de escolha, requer muito.
Mas o que nos dá medo de irmos atrás de realizarmos nossos sonhos não são todas essas coisas que serão necessárias, e sim todas as coisas que já conseguimos, para ter algo é preciso ter dinheiro, para ter dinheiro é preciso suar, é preciso trabalhar, e é por isso que nos prendemos ao que conseguimos ter, porque foi necessário dar uma parte nossa para termos aquilo, e normalmente correr atrás de seus sonhos significa abrir mão do que já se conquistou. Você pode ter que perder seu atual emprego, pode ter que vender seu atual carro, pode não conseguir comprar aquele celular novo, e nem mesmo conseguir ir ao barzinho tomar uma cerveja com seus amigos na sexta depois do expediente. E pode ser que não consiga fazer nada disso, porque não terá dinheiro.
A questão é: vale a pena abrir mão de algo que desejamos para satisfazer essa necessidade que nos foi imposta de que temos que ter dinheiro, de que temos que ter bens materiais, de que temos de fazer parte de uma sociedade consumista?
Vale a pena abrir mão de um sonho por algo?
16 janeiro 2007
O que você quer da sua vida? Parte II
Todo mundo sonha ter uma vida melhor do que a atual. Aqueles que não sonham com isso, ou é porque estão mortos ou porque estão enterrados, você pode não entender o sonho de uma vida melhor da pessoa que está ao seu lado, mas ela sonha, pode ser que o sonho seja comprar uma fazenda e viver isolado do mundo, sobrevivendo com as coisas que planta e os animais que cuida, pode ser que sonhe com largar tudo o que tem e ir viver no Himalaia, pode ser que sonhe ser um alto executivo de uma multinacional que de tanto trabalhar não tenha tempo de ver os filhos. Não importa qual o sonho, cada indivíduo tem o seu, e nesse momento todos os seres humanos da terra estão sonhando com algo melhor para si.
Mas o que será que estão fazendo para realizar o seu sonho?
Dizem que a solidão é o mal do século, que a depressão é o câncer do novo milênio, dizem que há mais pessoas com stress no mundo do que pessoas felizes, e hoje é comum dizer: você está estressado, ele está com depressão. E cada vez menos, vemos pessoas dizendo: você viu como ele está feliz hoje?
Quantas vezes você sorri por dia?
A verdade é que, cada vez menos, as pessoas estão indo atrás de realizar os seus sonhos. Estamos cada vez mais corrompidos pelo desejo de ter, de ter dinheiro, de ter bens, de ter um carro, de ter um celular, e cada vez menos nos preocupamos com o desejo de ser, de ser um doutor, de ser um professor, de ser alguém de quem se orgulhar. Hoje o sucesso é medido pelo quanto se tem e não pelo que se é.
E é essa falta de realmente saber quem somos é que nos leva a ter essas doenças de ordem sentimental, o stress, a depressão, é uma manifestação física do nosso descontentamento, da nossa dúvida com nós mesmo, das dúvidas que temos sobre quem realmente somos.
Todos temos sonhos, poucos tentam realizá-los. Dos que tentam, vários não conseguem. Mas os que conseguem são realmente felizes. Dos que tentam e não conseguem, a maior parte são contentes, pelo menos não ficaram inertes vendo suas vidas passarem. Mas para os que dizem: um dia..., infelizmente quando esse tal dia chegar você verá que não valeu a pena esperar tanto, sentirá uma dor enorme em seu peito e muito, mas muito provavelmente deixará uma lágrima escorrer. O seu futuro é agora, o amanhã não existe, se você realmente quer algo, faça-o hoje, se não for possível fazê-lo ao menos dê um passo em sua direção nesse momento, não fique inerte perante sua vida, se mova, tente realizar o seu sonho, tente ser feliz, tente ser você e apenas tente. Dando certo ou não, tente realizar seus desejos. O fato de ter tentado fará com que você durma melhor, com que você seja melhor. E quando no fim da sua vida você revê-la passando diante de seus olhos, verá que lutou, e o fato de ter lutado lhe trará paz.
Não espere acontecer, faça. Pergunte para si:
Mas o que será que estão fazendo para realizar o seu sonho?
Dizem que a solidão é o mal do século, que a depressão é o câncer do novo milênio, dizem que há mais pessoas com stress no mundo do que pessoas felizes, e hoje é comum dizer: você está estressado, ele está com depressão. E cada vez menos, vemos pessoas dizendo: você viu como ele está feliz hoje?
Quantas vezes você sorri por dia?
A verdade é que, cada vez menos, as pessoas estão indo atrás de realizar os seus sonhos. Estamos cada vez mais corrompidos pelo desejo de ter, de ter dinheiro, de ter bens, de ter um carro, de ter um celular, e cada vez menos nos preocupamos com o desejo de ser, de ser um doutor, de ser um professor, de ser alguém de quem se orgulhar. Hoje o sucesso é medido pelo quanto se tem e não pelo que se é.
E é essa falta de realmente saber quem somos é que nos leva a ter essas doenças de ordem sentimental, o stress, a depressão, é uma manifestação física do nosso descontentamento, da nossa dúvida com nós mesmo, das dúvidas que temos sobre quem realmente somos.
Todos temos sonhos, poucos tentam realizá-los. Dos que tentam, vários não conseguem. Mas os que conseguem são realmente felizes. Dos que tentam e não conseguem, a maior parte são contentes, pelo menos não ficaram inertes vendo suas vidas passarem. Mas para os que dizem: um dia..., infelizmente quando esse tal dia chegar você verá que não valeu a pena esperar tanto, sentirá uma dor enorme em seu peito e muito, mas muito provavelmente deixará uma lágrima escorrer. O seu futuro é agora, o amanhã não existe, se você realmente quer algo, faça-o hoje, se não for possível fazê-lo ao menos dê um passo em sua direção nesse momento, não fique inerte perante sua vida, se mova, tente realizar o seu sonho, tente ser feliz, tente ser você e apenas tente. Dando certo ou não, tente realizar seus desejos. O fato de ter tentado fará com que você durma melhor, com que você seja melhor. E quando no fim da sua vida você revê-la passando diante de seus olhos, verá que lutou, e o fato de ter lutado lhe trará paz.
Não espere acontecer, faça. Pergunte para si:
O QUE VOCÊ QUER DA SUA VIDA?
11 janeiro 2007
O que você quer da sua vida? Parte I
Domingo à noite você está sempre irritado, segunda é um sacrifício para sair da cama, no caminho pro serviço você tem vontade de ir para uma rodovia e sumir no mundo, não agüenta mais estar perto das pessoas que trabalham com você, acha seu chefe incompetente, não consegue se ver aprendendo algo no seu atual emprego, se sente menosprezado, acha que não adianta se esforçar porque não vai ser reconhecido, se considera o mais capacitado tecnicamente dentro da empresa, mas nunca é promovido, e ainda um idiota qualquer do seu departamento consegue ser promovido antes de você, chega em casa cansado, mesmo sem ter feito muito durante o dia, não vê a hora do fim de semana chegar, mas quando ele chega se sente mal, reclama para todos e em todas as oportunidades possíveis sobre seu atual emprego.
Você está assim?
Provavelmente você deve estar pensando: um dia vou sair deste emprego de merda e vou montar a minha empresa, vou fazer tudo diferente, vou poder controlar meus horários, não vou precisar dar explicações para um chefe idiota, vou fazer tudo com mais eficácia, tudo será melhor, um dia....
Você sonha com sua futura empresa?
Às vezes você se pega olhando para o nada durante o serviço, e percebe que será tão legal quando montar sua empresa, vê a fachada dela, talvez um luminoso com seu nome bem grande (ZÉ OFICINA MECÂNICA, SILVA DESPACHANTE, ÓTICAS PEREIRA), vive imaginando como serão seus clientes, os diálogos que terá antes de você fechar sua primeira venda, e você sempre se vê se saindo tão bem, – como é fácil vender meus produtos e serviços, eles têm tanta qualidade que fica tão fácil – você vive pensando. Mas ao mesmo tempo pensa: vou juntar um dinheiro antes de iniciar meu negócio, mas no momento as coisas estão difíceis; vou ganhar mais experiência, mas aqui eles são tão incompetentes; vou primeiro me estruturar, talvez comprar minha casa antes.
Você acha que do jeito que está, está ruim, mas o que você faz para seu sonho virar realidade, o que você faz para que isso mude, o que você faz para que você pare de reclamar de tudo o tempo todo?
O QUE VOCÊ QUER DA SUA VIDA?
Você está assim?
Provavelmente você deve estar pensando: um dia vou sair deste emprego de merda e vou montar a minha empresa, vou fazer tudo diferente, vou poder controlar meus horários, não vou precisar dar explicações para um chefe idiota, vou fazer tudo com mais eficácia, tudo será melhor, um dia....
Você sonha com sua futura empresa?
Às vezes você se pega olhando para o nada durante o serviço, e percebe que será tão legal quando montar sua empresa, vê a fachada dela, talvez um luminoso com seu nome bem grande (ZÉ OFICINA MECÂNICA, SILVA DESPACHANTE, ÓTICAS PEREIRA), vive imaginando como serão seus clientes, os diálogos que terá antes de você fechar sua primeira venda, e você sempre se vê se saindo tão bem, – como é fácil vender meus produtos e serviços, eles têm tanta qualidade que fica tão fácil – você vive pensando. Mas ao mesmo tempo pensa: vou juntar um dinheiro antes de iniciar meu negócio, mas no momento as coisas estão difíceis; vou ganhar mais experiência, mas aqui eles são tão incompetentes; vou primeiro me estruturar, talvez comprar minha casa antes.
Você acha que do jeito que está, está ruim, mas o que você faz para seu sonho virar realidade, o que você faz para que isso mude, o que você faz para que você pare de reclamar de tudo o tempo todo?
O QUE VOCÊ QUER DA SUA VIDA?
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